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Garrafa 532 – Reintegração de posse   Leave a comment

Ultimo dia do ano e ótimas expectativas de fim de um longo ciclo de cleptocracia, depois das ultimas eleições. O Estado deixa de ser governado por ladrões.

Amanhã, mais do que a cerimonia de posse de um novo presidente, trata-se de uma ação de reintegração de posse, de retomada do país por parte de seus cidadãos de bem, arrancando-o das garras de uma quadrilha ideológica. Diversos integrantes dessa corja já estão atrás das grades e outros estão a caminho.

Que os caminhos de nossa nação sejam iluminados pela luz da verdade e que possamos deixar um outro tipo de legado para nossos filhos e netos, um legado de democracia e liberdade.

Haverá muito que fazer e desfazer! Ao trabalho então!

Feliz Ano Novo!

Eduardo Leal

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Garrafa 492 – Symbolum   1 comment

O futuro oculta do olhar
Dores e momentos felizes.
Contudo, passo por passo,
Caminhamos para a frente
Sem temor.

E pesado e distante
O encobre um véu
De veneração. Silêncio…
Em cima, repousam as estrelas
E, embaixo, os túmulos…

No entanto, do além
Nos chamam as vozes dos espíritos
As vozes dos Mestres:
Não deixem de praticar
As forças do bem.

Aqui, no silêncio eterno,
Tecemos as coroas
Que recompensarão com plenitude
Todos os que trabalharem!
Aconselhamos que tenham esperança.

Die Zukunft decket
Schmerzen um Glücke.
Schrittweis Dem Blicke,
Doch ungeschrecket
Dringen wir vorwärts

Und schwer und ferne
Hängt eine Hülle
Mit Ehrfurcht. Stille
Ruhn oben die Sterne
Und unten die Gräber…

Doch rufen von drüben
Die Stimmen der Geister,
Die Stimmen der Meister:
Versäumt nicht zu üben
Die Kräfte des Guten.

Hier winden wir Kronen
In ewiger Stille,
Die sollen mit Fülle
Die Tätigen lohnen!
Wir heissen euch hoffen.

Goethe

Sucesso

Garrafa 109 – Morre lentamente…   1 comment

Morre lentamente quem não viaja,
quem não lê,
quem não escuta música,
quem não acha encanto em si mesmo.

Morre lentamente
quem destrói seu amor próprio;
quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente,
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos caminhos,
quem não muda de rotina,
não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente
quem evita uma paixão
e seu redemoinho de emoções;
aquelas que resgatam o brilho dos olhos
e os corações descaídos.

Morre lentamente
quem não muda quando está insatisfeito
com seu trabalho ou com seu amor,
quem não arrisca o seguro pelo incerto,
para ir atrás de um sonho,
quem não se permite,
pelo menos uma vez na vida,
fugir de conselhos sensatos….

Viva hoje!
Arrisque hoje!
Faça hoje!

Não se deixe morrer lentamente!
Não se esqueça de ser feliz!

Pablo Neruda
Pintura de salvador Dali

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