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Garrafa 244 – Amores da minha vida   2 comments

Quantos amores de verdade cabem em uma vida?
Quem sabe?
Mas eles sim me permitiram Ser quem sou agora.
Com gratidão, acendo uma vela perfumada para cada um deles, no dia de hoje…

Pausa para um breve haicai:

quem eu quero Ser?
amores da minha vida
me fazem saber!

Eduardo Leal
Foto de autor desconhecido
Instruções de utilização: Ouvir “Quando o amor acontece” com João Bosco

Garrafa 229 – Estar presente   Leave a comment

estar presente,
por trás de cada fazer,
querer ser o Ser…

Eduardo Leal
Foto de autor desconhecido

Publicado 03/05/2011 por Eduardo Leal em Fotografias, Haicai, Haikai, Haiku

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Garrafa 227 – Para um tal de Ego   Leave a comment

crise radical:
– voz dentro da cabeça!
– eu sou muito mais!!!

Eduardo Leal
Foto de autor desconhecido

Publicado 28/04/2011 por Eduardo Leal em Fotografias, Haicai, Haikai, Haiku

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Garrafa 216 – Morrer em vida   Leave a comment

morrer em vida
despojar-se de tudo
que você não é…
 
Eduardo Leal
Foto de autor desconhecido
 

 

Publicado 31/05/2010 por Eduardo Leal em Haicai

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Garrafa 205 – Perguntas poderosas   Leave a comment

O que eu preciso SER?
Preciso ser eu mesmo.
Quem é esse?

O que eu preciso FAZER?
Preciso observar e questionar.
O quê, especificamente?

O que eu preciso TER?
Preciso ter entendimento.
O que é isso que eu ainda não entendo?

Michael Ray e Rochelle Myers
Ilustração de autor desconhecido

Garrafa 202 – Servir   2 comments

ser
servir
vir a ser

Alberto Centurião
Foto de autor desconhecido

Garrafa 119 – Ausência   Leave a comment

Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces
porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
e eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei… tu irás e encostarás a tua face em outra face
teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço
e eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas
serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.

Vinícius de Moraes
Foto de F. Monteiro (Noite) em http://olhares.aeiou.pt/noite/foto451136.html%3cbr

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