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Garrafa 501 – Dono do próprio nariz!   Leave a comment

Na contramão de uma grande maioria que anseia apenas por ter! Obter! Possuir! Descobrir o impulso da própria semente!

Ser independente, livre, e capaz de assumir a responsabilidade pelos próprios atos são alguns dos requisitos para que se possa empreender a instigante jornada do autodesenvolvimento, passando pelo autodescobrimento, sem a qual ninguém chega a lugar nenhum que seja valioso e verdadeiro.

Autodescobrir-se para autodesenvolver-se!

Mas, quem sou eu? De que sou feito? Qual o impulso e intenção da minha própria semente? Autodescobrimento!

E, a partir daí, conhecendo essa intenção e impulso seminal, dar-lhe livre expressão e desenvolvimento. Autodesenvolvimento!

O descobrir-se! O simplesmente ser! Antes do fazer, e antes do ter!

Só assim o nosso fazer poderá estar alinhado com a intenção da própria semente, o nosso propósito!

Pausa para um breve haicai:

para ser feliz,
de ser dono não preciso.
tenho meu nariz!

Eduardo Leal
Ilustração de autor desconhecido

Nariz

Garrafa 71 – Destino   Leave a comment

Newton prevê que o cometa Halley voltará a passar por aqui exatamente no ano de 2062, Darwin não nos diz nada sobre o futuro nesse nível, mas nos maravilha ao inspirar a ideia de que o futuro é aberto, e caberá a nós determinar o que ele será, criando, por meio de nossa inteligência e imaginação, nossos próprios enredos.

Por termos adquirido inteligência, podemos interferir no nosso destino, e isso – apesar de nos apavorar – é nossa glória. A consequência mais assustadora é simples: nosso destino é de nossa exclusiva responsabilidade. Ele será o que permitirmos que seja…

Clemente Nobrega
Foto de autor desconhecido

Destino

Garrafa 11 – Responsabilidade   Leave a comment

Diz um conto zen que, em um mosteiro, havia um discípulo que sempre desafiava o seu Mestre.

Certa vez, ocultando atrás de si um pássaro que carregava nas mãos, o discípulo parou desafiador diante do Mestre e perguntou:

– Mestre, aqui atrás de mim tenho um pássaro. Você, que sabe tudo, diga-me: Ele está vivo ou está morto? (assim, se o Mestre dissesse que o pássaro estava vivo, era só apertar a mão e matá-lo; se dissesse que estava morto, abriria suas mãos e o deixaria voar)

O mestre olhou nos olhos do discípulo com respeito e compaixão, respirou profundamente e, com muito amor, respondeu:

– Isso depende de você. A solução… está em suas mãos!

Fonte: Coaching – El Arte de Soplar Brasas – Leonardo Wolk
Ilustração de autor desconhecido
Instruções de utilização: Ouvir “Depende de nós” com Ivan Lins

Em suas mãos

 

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