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Garrafa 490 – Um país à beira do abismo   2 comments

MINHA DECLARAÇÃO DE VOTO PARA PRESIDENTE DO BRASIL EM 2014:

Nunca votei em candidatos do PT (Lula e Dilma) para o Executivo Federal, nem em outros candidatos desse partido para cargos do Executivo Estadual, Executivo Municipal, ou do Legislativo (Federal/Estadual ou Municipal).

Não voto em candidatos de partidos que participam do Foro de São Paulo.

Para quem ainda não sabe, essa organização foi criada em julho de 1990, com o apoio de Fidel Castro e Lula, entre outros, com o propósito de transformar os países latino-americanos que ainda não o são em ditaduras de esquerda de modelo cubano. Projeto esse que já está em curso com grande sucesso na Venezuela, e com menor grau de êxito em outros países do continente americano, inclusive aqui no Brasil, para minha tristeza. Participam desse organismo partidos de esquerda da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Martinica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

No caso brasileiro, esses partidos de esquerda são:

1. Partido Democrático Trabalhista (PDT)
2. Partido Comunista do Brasil (PC do B)
3. Partido Comunista Brasileiro (PCB)
4. Partido Pátria Livre (PPL)
5. Partido Popular Socialista (PPS)
6. Partido Socialista Brasileiro (PSB) e
7. Partido dos Trabalhadores (PT)

O modelo de tomada do poder sugerido pela Direção do Foro de São Paulo é, em grande medida, inspirado em ideias que surgiram a partir da primeira metade do Século XX e que foram propostas por Antônio Gramsci, que foi filiado ao Partido Socialista Italiano e, posteriormente, participou da criação do Partido Comunista Italiano, chegando a assumir a sua liderança. De maneira bastante simplificada, para lidar com a cultura existente nas democracias ocidentais, além da ênfase na influência exercida pelos “intelectuais de esquerda” em aspectos relacionados à “educação da sociedade”, ele propôs a assunção do poder pelas urnas, “fazer o diabo” para se manter no poder (para usar uma expressão utilizada pelo ex-presidente Lula e amplamente adotada pelos lideres, militantes e simpatizantes do PT) e, progressivamente, ir propondo e aprovando alterações na Constituição e na legislação decorrente para que o regime vigente se aproxime progressivamente de um modelo socialista e comunista (estatizante, ditatorial e restritivo de liberdades), corrompendo o legislativo para aprovação das matérias de seu interesse (vide mensalão), e promovendo o aparelhamento da mais alta Corte do Judiciário com pessoas simpatizantes de suas bandeiras (para livrar a cara de integrantes de sua “quadrilha” cuja existência nunca é admitida pois simplesmente “ninguém sabia de nada do que estava acontecendo” nas antessalas e gabinetes de integrantes do Executivo e Legislativo), enquanto algumas instâncias da polícia e do próprio judiciário ainda funcionam (de maneira cada vez mais precária). Qualquer semelhança com o processo utilizado na Venezuela e atualmente em curso no Brasil não é mera coincidência. Uma das estratégias adotadas em caráter permanente por seus integrantes é simplesmente a da mentira descarada (omitindo e distorcendo os fatos quando a realidade não se ajusta ao seu projeto de tomada e manutenção no poder). Simples assim: se o resultado do julgamento do Processo do Mensalão não nos favorece, vamos negar que ele tenha existido, apesar da colossal quantidade de evidencias e provas colocadas à disposição da justiça e que resultaram na condenação da maior parte dos réus, e vamos “recontar e reescrever essa história” quando assumirmos o controle total do país, especialmente de todos os seus meios de comunicação (de preferencia, eliminando imediatamente essa indesejável área de “jornalismo investigativo” existente em alguns veículos de comunicação, que sempre acaba descobrindo e divulgando as mentiras e atitudes hipócritas de alguns governantes e de integrantes de todas as áreas e setores de uma sociedade ainda livre e democrática).

Um partido cujo espectro político é tido como de esquerda e extrema esquerda, que não participa do Foro de São Paulo, e cujos candidatos também não contam com meu voto é o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). O nome do partido já contém uma curiosa contradição, uma vez que a primeira coisa que os socialistas fazem ao assumir definitivamente o poder é restringir a liberdade das pessoas. Piada de péssimo gosto, como aquela feita pela Alemanha Oriental (Comunista e fantoche da ex-União Soviética) de se intitular de República Democrática Alemã. Democracia é o cacete! Liberdade é o cacete! A ala de estrema esquerda do PSOL ainda aposta em algum tipo de revolução violenta como forma de assumir o poder, ao invés do modelo proposto por Gramsci, e adotado pela maioria dos atuais partidos de esquerda latino-americanos. A aproximação de políticos do PSOL, especialmente no Rio de Janeiro, com movimentos do tipo Black Blocs, como foi amplamente denunciado na imprensa (apoiando e patrocinando ações de depredação de patrimônio público e privado, que tumultuaram as manifestações públicas pacíficas por mudanças que emergiram em todo o país, e oferecendo ajuda para defesa de seus manifestantes eventualmente presos durante os tumultos) é um claro sintoma da maneira de pensar de alguns de seus integrantes.

Penso que a proposta comunista e socialista provou ser um flagrante fracasso, testada que foi à exaustão desde o início do Século XX com a revolução russa, passando pelas revoluções chinesa, cubana, vietnamita, coreana, etc. e, após a Segunda Guerra Mundial, também nos países da cortina de ferro (leste europeu) que a União Soviética invadiu e tomou posse, sem nenhuma cerimônia. A meu ver, nada pode ser maior sinônimo de atraso, neste início de Século XXI, do que essas tentativas de reviver o modelo comunista e socialista no nosso continente, usando como modelo a ditadura sangrenta cubana. E essas pessoas que abraçam esse projeto ainda se dizem “progressistas” e chamam de “reacionários” quem quer que ouse discordar desses disparates e idiotices. O socialismo é o que o socialismo faz e não o que ele diz que vai fazer. A meu ver, claro retrocesso em direção a fórmulas já testadas e fracassadas.

Perguntinha inconveniente: no caso da queda do muro de Berlim, que dividiu a Alemanha em duas metades durante décadas (vivi na Alemanha Ocidental durante parte do final dos anos 80 e vi muito bem o que estava acontecendo), os comunistas e socialistas estavam de que lado do muro? Do lado das pessoas que o derrubaram? Ou do lado das pessoas que, o tendo construído, não conseguiram mais esconder as mazelas e a situação de miséria e indigência de suas populações, em contraste com as democracias ocidentais?

Independentemente de números econômicos e indicadores sociais, um valor que deve ser caro pra qualquer pessoa realmente interessada em promover o desenvolvimento e a elevação do nível de consciência das pessoas é a LIBERDADE! E sabemos muito bem que esse é o primeiro item suprimido nessas funestas experiências comunistas e socialistas, em nome do controle. O discurso é de igualdade, mas a prática é a de tentativa de controle do incontrolável, de restrição de liberdade para tentativa de controle do espírito humano livre!

No caso específico do PT, que está no poder em nosso país há quase doze anos, apenas um comentário: considero que um partido cuja cúpula dirigente se encontra na cadeia, ou cumprindo pena em regime semiaberto, depois de um julgamento conduzido pela mais alta Corte da Justiça (o Supremo Tribunal Federal, antes do aprofundamento do seu aparelhamento ideológico), com amplo direito de defesa de todos os réus, que contrataram os melhores advogados do país (pagos a peso de ouro e provavelmente, por vias transversas, financiados com dinheiro dos nossos infelizes contribuintes, haja vista a enorme quantidade de desvios e falcatruas que continuam a aparecer no noticiário diário) transformou-se em uma verdadeira quadrilha e deveria ser extinto e começar de novo do zero. Se não extinto por uma legislação eleitoral que não prevê essa situação, por iniciativa de seus próprios correligionários, se tivessem um pingo de bom senso e identificação com valores éticos. Infelizmente esse não é o caso.

Essa senhora que ocupa a cadeira da presidência do Brasil não merece mais permanecer onde está, se é que algum dia o mereceu. Já gerou prejuízos incalculáveis ao país (basta verificar a evolução dos indicadores econômicos e aqueles relacionados à situação da Petrobras), que levarão algumas gerações para serem corrigidos. E nunca foi digna de contar com minha confiança e com o meu voto.

A candidata Marina Silva pertence ao PSB, integrante do Foro de São Paulo. E me parece mais do mesmo modelo que identifico com o máximo de atraso em termos de desenvolvimento econômico e social. E com altíssimo risco de perda de LIBERDADE (valor inegociável) de acordo com o projeto de inspiração cubana com o qual o seu partido se alinha, apesar dos discursos demagógicos e moralizantes utilizados por todos os partidos de esquerda, inclusive o PT (antes, durante os escândalos que vieram e ainda vem à tona a cada momento e – surpresa! – nas atuais promessas de campanha dos seus candidatos).

Dito isto, declaro meu voto em Aécio Neves para Presidente do Brasil.

Em tempo: Não morro de amores pelo PSDB. Não votei no FHC e tenho sérias restrições à sua “Diplomacia Presidencial” que iniciou a fase de desprestígio crescente do Itamarati, agravada nos desgovernos de Lula e Dilma, e à maneira com que Fernando Henrique tratou os integrantes das Forças Armadas ao escolher pessoas desqualificadas para assumir o Ministério da Defesa e pelos arrochos (salarial e orçamentário) a que foram submetidas as três Forças. Reconheço, sim, o legado de FHC em assuntos econômicos, apesar de discordar da maneira com que foram conduzidas algumas privatizações em setores estratégicos. Tenho também sérias restrições ao atual candidato a vice-presidente na chapa do Aécio por sua militância e atuação em ações de guerrilha, que tinham como propósito instalar uma ditadura de esquerda no país. Digo tudo isso para deixar bem clara minha total rejeição a esse “Estado de Coisas” que se configurou nos últimos 12 anos de desgoverno petista, com todos os significados que essas duas palavras justapostas podem ensejar (Estado e Coisas) e que me fazem escolher a opção Aécio, apesar dos pesares, como a única alternativa válida neste momento de beira do abismo em que nos encontramos.

Um problema de cada vez.

Cuba e Venezuela não são modelos de democracia nem aqui nem na China! São ditaduras sangrentas!

Convido os amigos a uma leitura do artigo postado na Garrafa 461 – O Conceito de Reenquadramento que, a meu juízo, é amplamente utilizado de maneira destrutiva pelos integrantes, militantes e simpatizantes dos partidos filiados ao Foro de São Paulo, especialmente os do PT.

É hora do peixe verde e amarelo engolir esse peixe vermelho que ameaça nossa sociedade e sua ainda frágil democracia.

Eduardo Leal
Ilustrações de Eduardo Leal e de Carlos Fernando Souza Leal

Cuba e venezuela não são modelos de democracia, só não vê quem não quer com peixe vermelho 1

Moldura 3 Mod

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Garrafa 461 – O Conceito de Reenquadramento   4 comments

No exercício de minhas atividades como Coach e Consultor faço uso de uma pequena “caixa de ferramentas” ou, como também costumo dizer, de um “cinto de utilidades” com diversos recursos de que posso lançar mão a cada instante, dependendo da situação que me é apresentada. Uso cada um desses recursos com o propósito de provocar reflexão nas pessoas que me procuram em busca de apoio para seus projetos organizacionais ou pessoais.

Compartilho uma dessas ferramentas – o Reenquadramento – com os amigos que participam de alguns dos meus círculos de relacionamentos, por acreditar firmemente em sua utilidade, incentivando a sua prática e uso no dia-a-dia de cada um.

Como toda ferramenta ou recurso colocado à nossa disposição, é claro que o seu emprego dependerá da nossa intenção e propósito. Da mesma maneira que o nosso conhecimento a respeito da estrutura atômica pode ser utilizado de maneira construtiva, quer seja para produzir energia, quer seja para salvar ou prolongar a vida na área da medicina, ele pode também ser utilizado de maneira destrutiva para produzir e empregar armamento de destruição em massa.

Entendo que o uso construtivo do reenquadramento é no sentido de expandir a nossa capacidade de percepção, utilizando molduras espaciais e temporais cada vez mais amplas, e de contribuir para elevar o nosso nível de consciência, em nossa permanente jornada de busca da verdade. Seu uso de maneira destrutiva, ao contrário, pode ser pelo emprego sistemático de uma perspectiva mais restrita, manipuladora e parcial, com o propósito de distorção e encobrimento de fatos relevantes para entendimento de um determinado problema ou situação. Não podemos perder de vista, entretanto, que o uso de uma perspectiva mais restrita, às vezes pode ser extremamente útil, e até desejável para que se possa aprofundar o conhecimento de um determinado aspecto de uma questão. Isto, desde que, em seguida, voltemos a expandir a nossa moldura espacial e temporal, em uma perspectiva mais ampla, para incluir outros aspectos não considerados anteriormente e igualmente importantes para o entendimento da situação.

Não pretendo me estender em discussões filosóficas a respeito do conceito de verdade. Para efeito de utilização neste breve artigo proponho apenas que se empregue a ideia de se estar de acordo com os fatos. Nesse sentido, qualquer tentativa de se omitir ou distorcer fatos não contribui para o nosso esforço de busca da verdade.

Com a utilização sistemática dessa ferramenta, penso que poderemos então, todos em conjunto, buscar e encontrar novos significados e alternativas criativas para a solução de antigos problemas comuns.

Reenquadramento (Ressignificação)

Conceituação

O Reenquadramento é uma ferramenta que podemos utilizar para contornar as restrições e limites impostos à nossa percepção (por outras pessoas ou por nós mesmos) a respeito de uma determinada imagem, situação ou experiência. Literalmente significa colocar essa experiência sob uma nova e diferente moldura ou contexto cognitivo, fazendo com que seja possível perceber novos significados e dirigir nossa atenção a outros aspectos ainda não considerados, ampliando nosso mapa de mundo. Alguns autores, focalizando mais no seu efeito do que no processo, a chamam de Ressignificação.

Meu Mentor a respeito desse assunto tem sido Robert Dilts, que propõe e discute maneiras saudáveis de utilização dessa ferramenta em diversas publicações e artigos. De “From Coach to Awakener” , no meu entendimento um dos melhores livros já escritos sobre a abordagem de Coaching com Programação Neurolingüística, aproveito abaixo alguns comentários e exemplos.

Dilts nos lembra de que nossas experiências e interpretações a respeito do que nos acontece são influenciadas pela nossa própria perspectiva e contexto. Por exemplo, o fato de que começou a chover no presente instante, pode ser uma benção para alguém submetido a uma seca prolongada, uma ótima desculpa para quem está procurando uma justificativa para ficar em casa, ao invés de comparecer ao churrasco de confraternização da empresa, um mero inconveniente para quem planeja fazer compras no shopping, e uma catástrofe para quem programou realizar uma cerimonia de casamento ao ar livre. Às vezes ficamos presos a apenas um dos aspectos da situação e é importante tomarmos consciência de que há sempre muitas maneiras de apreciarmos a paisagem ao nosso redor e o que nos acontece.

Como um fotógrafo ou um pintor que deseja retratar uma determinada cena, podemos escolher fazer a nossa composição incluindo apenas um detalhe, como uma árvore, ou mesmo um único inseto pousado no seu tronco. E podemos, também, escolher incluir o bosque, com suas muitas arvores e animais, o riacho e o lago, ou ainda, incluir as montanhas e o céu, azul ou carregado de nuvens cinzentas e ameaçadoras, no horizonte mais distante.

O ato de se escolher um novo enquadramento e de colocar uma nova moldura ao redor de uma determinada imagem é uma ótima metáfora desse processo e dessa ferramenta. E não devemos deixar de considerar que as novas perspectivas podem ser de natureza espacial ou temporal e, também, no sentido de estreitar o foco ou de ampliar a visão da situação em questão.

Visualização Gráfica

Utilizando alguns recortes feitos em ilustração de Carlos Fernando Souza Leal e a discussão proposta por Robert Dilts, poderemos refletir em seguida a respeito do efeito da utilização de diferentes molduras de enquadramento:

1. Considerando por um momento a figura apresentada abaixo na Moldura 1, com um enquadramento mais restrito, podemos constatar que ela não possui nenhum outro grande significado, a não ser de que se trata da ilustração de algum tipo de peixe de cor esverdeada nadando de maneira despreocupada em seu ambiente natural.

Moldura 1 Mod

2. Quando o enquadramento é ampliado na Moldura 2, de repente nos damos conta de uma situação diferente. O peixinho verde agora não é apenas um peixe, mas um peixe pequeno prestes a ser devorado por um peixe maior. O peixinho verde parece distraído e sem consciência de sua situação, que nós podemos perceber facilmente apenas pelo fato de selecionarmos uma perspectiva mais ampla. Podemos experimentar um sentimento de alerta e de preocupação pelo peixe pequeno, ou apenas aceitar que o peixe maior precisa se alimentar para sobreviver.

Moldura 2 Mod

3. Quando ampliamos ainda mais o enquadramento, temos uma nova perspectiva da situação e podemos lhe atribuir novos significados. Vemos que não é só o peixinho verde que está em perigo. O peixe vermelho também está prestes a ser devorado por um peixe verde e amarelo ainda maior. Em sua preocupação com a sobrevivência, o peixe vermelho ficou tão focado em comer o peixe verde, que não se deu conta de que sua própria sobrevivência estava ameaçada por um peixe ainda maior.

Moldura 3 Mod

A situação retratada pela Moldura 3, e o novo nível de consciência que emerge do reenquadramento de nossa perspectiva da situação funcionam como uma ótima metáfora do processo de reenquadramento e do seu efeito. As pessoas frequentemente se colocam na situação do peixe verde ou do peixe vermelho. Desatentas, permanecem alheias aos desafios impostos pelo seu ambiente, como o peixe menor, ou tão focadas em obter algum resultado, como o peixe do meio, que não chegam a perceber a crise que se aproxima. O paradoxo da situação do peixe vermelho é que ele focou sua atenção em apenas um determinado comportamento relacionado à sua sobrevivência, e essa decisão colocou a sua própria sobrevivência em risco, de outra maneira. O uso do reenquadramento, portanto, nos permite observar o ambiente mais amplo, de modo que escolhas mais apropriadas e novas ações podem ser planejadas e implementadas.

Desejo firmemente que essas informações possam ser de utilidade para os eventuais leitores desse post, especialmente aqueles que pretendem se aventurar na utilização dessa simples e poderosa ferramenta em seus processos de reflexão.

Eduardo Leal
Ilustrações de Carlos Fernando Souza Leal
Adaptação a partir de tradução livre de trechos de “From Coach to Awakener” de Robert Dilts

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