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Garrafa 523 – Suas Excelências do STF têm toda a razão   5 comments

Todas as InstituiçõesOrganizações são abstrações, sejam elas organizações públicas ou privadas;  e isso também vale quer elas sejam empresas que legitimamente visam o lucro, ou sejam apenas organizações sem fins lucrativos. E, se aplicarmos as ideias da Teoria de Sistemas podemos dizer que todo Sistema Organizacional possui pelo menos essas três características: existe para atender a um determinado propósito que motivou o seu surgimento e/ou criação, possui uma determinada estrutura que deve contribuir de maneira favorável para que se alcance esse propósito, e realiza determinados processos que, como não poderia deixar de ser, têm como resultado final o cumprimento do propósito estabelecido.

Entretanto, vivemos no mundo real e não no abstrato e, embora as ideias abstratas sejam uteis como sementes das coisas concretas, são as pessoas que povoam essas Organizações (Sistemas Organizacionais) que, usando a estrutura estabelecida e realizando os diversos processos previamente definidos vão em busca de alcançar o propósito que motivou a criação dessas Organizações.

A partir dessas duas ideias apresentadas anteriormente, penso que podemos dizer sem medo de errar que:

“Cada Organização é tão boa quanto as pessoas que a compõem, a despeito de seu propósito, estrutura e processos que realiza.”

Dito isto, vamos ao tema deste post que é apresentar alguns comentários sobre  o lamentável episódio ocorrido no STF nos últimos dias: o bate-boca entre dois Ministros do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes e Luís Barroso, em uma sessão presidida pela sua Presidente a também Ministra Cármen Lúcia. Como não podia deixar de ser, o incidente ocorreu na presença dos demais integrantes da mais alta corte do Poder Judiciário que participavam da sessão do dia 26/10/2017. Em julgamento estava uma emenda à Constituição que extinguia o Tribunal de Contas dos Municípios do Ceará.

Tudo foi filmado e documentado, como é de praxe e, posteriormente, o fato desagradável, pra dizer o mínimo, chegou, pela imprensa tradicional e redes sociais, ao conhecimento dos cada vez mais envergonhados cidadãos do nosso sempre surpreendente país (para aqueles cidadãos que têm vergonha na cara, é claro).

Aparteando uma fala do Ministro Gilmar Mendes, que fazia comentários críticos à triste situação de insolvência do Rio de Janeiro, o Ministro Luís Barroso tomou as dores do Estado do Rio (terra de Barroso), e fez comentários irônicos sobre a situação do Estado do Mato Grosso (terra de Gilmar). Não satisfeito com essa ironia, o Ministro Barroso foi bem mais explícito e passou a atacar o Ministro Gilmar dizendo, de maneira resumida, o seguinte:  Vossa Excelência “normalmente não trabalha com a verdade”; Vossa Excelência “fica destilando ódio o tempo inteiro”; “não julga, não fala coisas racionais, articuladas”; “sempre fala coisas contra alguém, sempre com ódio de alguém”; “muda de jurisprudência de acordo com o réu”; “isso não é Estado de Direito, isso é estado de compadrio”; “juiz não pode ter correligionário”; e tem parceria com “a leniência em relação à criminalidade do colarinho branco”.

Em resposta, Gilmar acusou Barroso de “ter soltado” José Dirceu e de ser advogado de “bandidos internacionais”, em referência à defesa que Barroso realizou no processo de extradição do terrorista foragido e já condenado à revelia na Itália, Cesare Battisti.

Infelizmente, Vossas Excelências, em minha opinião, têm toda a razão.

Gilmar Mendes têm sim se notabilizado por soltar bandidos de colarinho branco. E citando apenas um caso, vale lembrar que apenas um dia após determinar a soltura do empresário Jacob Barata Filho, com quem o Ministro mantem relações de amizade, e do ex-presidente da Fetranspor Lélis Teixeira, e eles serem em seguida alvo de novo mandado de prisão do juiz Marcelo Bretas, responsável pela Lava-Jato no Rio, Gilmar Mendes concedeu novo habeas corpus para libertar os empresários do setor de transporte do Rio.

Luís Barroso, ainda como advogado, aceitou realizar a defesa “gratuita” do terrorista Cesare Battisti, num processo em que o ex-presidente Lula acabou posteriormente decidindo não o extraditar para a Itália. E esse teria sido o “passaporte” de Barroso para ser indicado para o STF, em uma das vagas abertas no governo ideológico petista, alinhado com ditaduras de esquerda e defensor de terroristas internacionais de todos os tipos.

Deixando de fora outros comentários a respeito dos Ministros Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli que, entre outros, deixaram de enquadrar os acusados no processo do “Mensalão” no crime de formação de quadrilha; isso sem mencionar as decisões de conveniência (ou seria de conivência?) de Lewandowski no Senado, no processo de impedimento da ex-presidente Dilma, o que dizer da falta de coragem moral e mesmo de presença (para interromper um bate-boca na sessão que preside) da atual Presidente Cármen Lúcia, que em recente decisão confusa deixou de fazer valer a prerrogativa do próprio órgão que preside em favor do Parlamento, em uma decisão  no caso do afastamento e prisão domiciliar do Senador Aécio Neves?

Se a instituição STF, em função das pessoas que o integravam no passado, já foi merecedora do respeito e admiração da população brasileira, isso já não pode ser dito da mesma maneira no momento presente. Volto a repetir:

Cada Organização é tão boa quanto as pessoas que a compõem, a despeito de seu propósito, estrutura e processos que realiza.

E, infelizmente, no caso do ultimo bate-boca no STF, sou levado a admitir:

Vossas Excelências têm toda a razão!

Estamos no fundo de um poço sem fundo.

Eduardo Leal
Foto de autor desconhecido

poco-sem-fundo

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Garrafa 501 – Dono do próprio nariz!   Leave a comment

Na contramão de uma grande maioria que anseia apenas por ter! Obter! Possuir! Descobrir o impulso da própria semente!

Ser independente, livre, e capaz de assumir a responsabilidade pelos próprios atos são alguns dos requisitos para que se possa empreender a instigante jornada do autodesenvolvimento, passando pelo autodescobrimento, sem a qual ninguém chega a lugar nenhum que seja valioso e verdadeiro.

Autodescobrir-se para autodesenvolver-se!

Mas, quem sou eu? De que sou feito? Qual o impulso e intenção da minha própria semente? Autodescobrimento!

E, a partir daí, conhecendo essa intenção e impulso seminal, dar-lhe livre expressão e desenvolvimento. Autodesenvolvimento!

O descobrir-se! O simplesmente ser! Antes do fazer, e antes do ter!

Só assim o nosso fazer poderá estar alinhado com a intenção da própria semente, o nosso propósito!

Pausa para um breve haicai:

para ser feliz,
de ser dono não preciso.
tenho meu nariz!

Eduardo Leal
Ilustração de autor desconhecido

Nariz

Garrafa 360 – O Ciclo da Abundância   Leave a comment

Nas ultimas semanas de dezembro, como costuma acontecer a cada fim de ano, ou a qualquer momento, a cada fim de ciclo, faço um balanço dos acontecimentos significativos do período considerado. E isso, às vezes, no caso do balanço anual, se estende aos primeiros dias de janeiro. O principal propósito dessa atividade reflexiva é trazer para o campo da consciência algumas percepções e insights e, a partir de cada um deles, estabelecer algumas ações de desenvolvimento e, é claro, ações de celebração e agradecimento por cada uma dessas oportunidades de aprendizado.

Uma das crenças que dão permissão para essa atividade, conforme já mencionado na Garrafa 170 é a escolha assumida de que o Universo é um lugar amistoso, acolhedor e abundante. Como sugere Albert Einstein, podemos, então, usar toda a nossa tecnologia, nossas descobertas cientificas e os recursos naturais disponíveis para criar ferramentas e modelos que nos ajudarão a compreender esse Universo. E o nosso poder e a nossa segurança virão pela compreensão dos seus mecanismos e motivos.

A adoção dessa premissa me faz valorizar o compartilhamento de recursos e, em especial, nas minhas áreas de atuação, o compartilhamento de informações e conhecimentos. E observo que, na mesma medida em que compartilho e ofereço o que tenho de melhor, outras pessoas também se sentem encorajadas a compartilhar comigo seus valiosos recursos, informações e conhecimentos.

Será que com essa atitude já não fui vítima de aproveitadores, parasitas e sanguessugas que só pensam em seu próprio benefício, sem desejar oferecer nada, ou quase nada, em retribuição? Claro que sim! E será que isso não pode voltar a acontecer no futuro? A resposta é a mesma! Mas acho que vale a pena pagar esse preço. Acredito que essas pessoas permanecem estáticas, com o produto do seu pretenso saque, enquanto eu continuo em movimento em direção a outros horizontes de desenvolvimento e conhecimento. E algumas delas, quem sabe, podem até refletir a respeito da eficácia desse tipo de atitude e, no futuro, adotar novas respostas compatíveis com níveis mais elevados de consciência. E isso é positivo também.

Assim, essas crenças permitem que eu dê o primeiro passo na direção do estabelecimento de um Ciclo de Abundância que se inicia com a formulação de um pedido explícito e claro a esse Universo amistoso, acolhedor e abundante. Se acredito que haja espaço, oportunidades e recursos disponíveis para todos, é legítimo que eu formule com clareza meu pedido. E é também provável que eu seja atendido por esse mesmo Universo, que tudo sabe. Por que não seria?

Compartilho, a seguir, meu entendimento a respeito do que podem ser as etapas desse Ciclo de Abundância:

PASSO 1: PEDIR!

Trata-se de, após a realização de um processo de planejamento simplificado, definir um Plano de Vida, ou seja, de estabelecer com clareza, em cada uma das áreas da vida, os objetivos e metas que são valiosos pra mim, de acordo com o meu Nível de Consciência, que condiciona o meu Sistema de Crenças e Valores. Além disso, devem ser definidos nesse passo os respectivos indicadores que vão permitir avaliar o progresso em direção a esses objetivos e metas e, também, que estratégias ou caminhos devem ser utilizados com esse propósito.

Além dos indicadores corporais (ver, ouvir, sentir) também posso estabelecer e utilizar indicadores quantitativos (menos subjetivos) para cada tipo de objetivo ou meta definido em cada área da vida, tais como:

Ambiente Físico: o estado de conservação e conforto do mobiliário do meu apartamento, o estado de conservação, conforto e funcionalidade do mobiliário do meu ambiente de trabalho, o estado de conservação e conforto do veículo com que me desloco de casa para o atendimento dos meus clientes e uso para atividades de lazer, no período considerado;

Saúde: meus indicadores de estado de saúde física, emocional e mental, no período considerado;

Carreira: o número de clientes que procuram meus serviços de coaching, de consultoria e de treinamento; a quantidade de leitores que enviam feedback sobre o que escrevo, no período considerado;

Relacionamentos: a quantidade e qualidade das interações nos meus relacionamentos familiares, de trabalho e pessoais (amigos e relacionamento afetivo), no período considerado;

Espiritualidade (Contribuição aos outros): tempo que dedico a sessões de coaching gratuito e quantidade de pessoas e organizações que atendo cobrando valores simbólicos; quantidade e qualidade do que considero como minha prática meditativa espiritual (esforço individual), no período considerado;

Finanças: saldo da minha conta bancária e de poupança, valor das minhas despesas mensais, renda obtida com cada tipo de serviço prestado, no período considerado;

Lazer: quantidade e qualidade de viagens e pequenos passeios programados e realizados, quantidade e qualidade de peças e espetáculos teatrais, de filmes e shows musicais a que pude comparecer ou assistir, numero de horas dedicados a ouvir minha trilha sonora preferida, no carro ou em casa, e também o número de livros lidos (pelo menos dois por mês), no período considerado.

E por mais que isso seja fundamental, isto é, definir mentalmente e emocionalmente, com a maior clareza possível o que se quer, transcrevendo a seguir cada ideia no papel (atividade neuropsicomotora) e de maneira afirmativa explicitando nosso desejo para nós mesmos e para o Universo, isso não é, por si só, suficiente. É apenas o primeiro passo. O que costuma cair do céu, se ficamos apenas esperando de maneira passiva, é chuva fria e cocô de passarinho… A seguir, precisamos entrar em ação!

PASSO 2: AGIR!

Trata-se da implementação do planejamento desenvolvido no passo anterior. É o processo de execução das decisões tomadas, seguindo as estratégias estabelecidas. É quando ocorre a ação efetiva.

E quando entro em ação, em busca da conquista dos objetivos e metas declarados que constam do meu Plano de Vida, sempre recebo uma resposta do Universo. Basta contemplar, tocar e escutar com atenção, consultando os indicadores que também estabeleci para cada objetivo ou meta: Já estou vendo o que deveria, se meus pedidos tivessem sido atendidos? Já estou ouvindo o que deveria, se meus pedidos tivessem sido atendidos? Já estou sentindo o que deveria, se meus pedidos tivessem sido atendidos?

O passo seguinte é analisar os resultados obtidos com minhas ações, as respostas que o Universo sempre me dá.

PASSO 3: ACOLHER E INTERPRETAR AS RESPOSTAS DO UNIVERSO!

Em minha contemplação, tato e escuta silenciosos, seguidos de um breve processo de reflexão, costumo perceber o seguinte:

Às vezes recebo mais do que pedi;

Às vezes recebo exatamente o que pedi;

Entretanto, às vezes recebo menos do que pedi ou, o que é ainda mais surpreendente, recebo uma coisa completamente diferente do que pedi. Nessas situações, prefiro acreditar que isso significa apenas que há algo que preciso aprender. Algo que me passou despercebido e que a Vida, que simplesmente é como é, me apresenta com todas as suas cores, volumes, sons, texturas e odores, para meu crescimento, desenvolvimento e aprendizado.

O passo seguinte é, sejam quais forem os resultados obtidos, novamente entrar em ação! Só que, dessa vez, com foco em ações de agradecimento, de celebração e, é claro, de correção de rumo.

PASSO 4: AGRADECER, CELEBRAR E REALIZAR AÇÕES CORRETIVAS!

Com um pensamento, sentimento e atitude de gratidão, cada pequeno avanço, cada passo e cada resultado obtido, mesmo que ainda um resultado desfavorável, deve ser celebrado.

Os benefícios da gratidão, segundo pesquisas realizadas e divulgadas em universidades norte-americanas, a partir do ano de 2007, indicam que essa é a atitude que pode produzir o maior impacto positivo na nossa qualidade de vida.

E o que dizer sobre a atitude de celebração? Ainda impactados pela espetacular queima de fogos, sincronizada com música, que nos foi oferecida pela cidade do Rio de Janeiro, na virada do ano de 2012 para 2013, poderíamos ser levados a pensar que celebração é só assim, com fogos de artifício de investimentos altíssimos, com o consumo de champanhe importado e charutos havana… Será que devemos estar limitados também apenas a ocasiões especiais? À conquista de grandes objetivos e metas?

Proponho que, a partir de 2013, para aqueles que desejem compartilhar essa minha crença, possamos adotar uma postura diferente: todos os dias e várias vezes ao dia, realizarmos um maior número de pequenas celebrações de baixíssimo investimento. Podem ser realizadas acompanhadas com agua filtrada sem gás, com um saquinho de pipoca salgada, com uma barra de chocolate ou um saquinho de balas de leite. Ou, em tempos de maior contenção de despesas ainda, com uma simples respiração profunda e um olhar amoroso dirigido a quem esteja ao nosso lado na ocasião. E para celebrar o que? O dom da vida, o reflexo do sol nos cabelos cacheados de uma criança, cada pequeno avanço e o aprendizado com nossos acertos e erros. Posso garantir que, assim, nossa vida tem grandes chances de se tornar uma festa permanente!

E quando recebermos menos ou algo completamente diferente do que pedimos, que a pergunta de aprendizado que poderemos nos fazer, depois dessas percepções seja apenas: “Da próxima vez, o que escolho fazer diferente?” E isso nos colocará em movimento e com a possibilidade de realizar ações corretivas.

Enfim, com outras palavras, essa é minha receita para para experimentarmos mais momentos de contentamento, durante a nossa passagem por esse nosso pequeno planeta azul.

E o Ciclo de Abundância pode ser reiniciado…

Para alguns observadores mais atentos e familiarizados com o Processo de Gestão, neste momento devem estar claras as grandes semelhanças do Ciclo da Abundância, como o percebo, com o Ciclo de Gestão PDCA (Plan/Do/Check/Act) de Shewhart/Deming. Planejar, Executar, Monitorar e Corrigir! E isso não é simples coincidência. É como os utilizo no Processo de Coaching Centrado em Valores, entendido como uma maneira personalizada de apoiar a realização da Gestão Pessoal dos Exploradores de Novas Possibilidades de Futuro.

Na primeira semana de 2013, será que essa informação pode ser útil para vocês? Já estabeleceram o seu Plano de Vida? Estão prontos para dar início a um novo Ciclo de Abundância? Que tal buscar mais informações a esse respeito e agendar uma sessão inicial gratuita de Coaching Centrado em Valores?

Pensem nisso! Tudo começa com um pensamento!

Eduardo Leal
Ilustrações de Eduardo Leal

Ciclo de Abundância 3

Ciclo PDCA

Garrafa 170 – A pergunta mais importante para a humanidade   2 comments

Acho que a questão mais importante para a humanidade hoje em dia é “Será o universo um lugar amistoso?”. Essa é a primeira e mais básica de todas as perguntas que as pessoas devem se fazer.

Porque, se decidirmos que o universo é um lugar ameaçador, então usaremos a nossa tecnologia, nossas descobertas científicas e nossos recursos naturais para criar segurança e poder, construindo altas muralhas para afastar a ameaça, e criar também grandes armas que destruirão tudo que é ameaçador – e eu acredito que estamos chegando a um ponto em que a tecnologia é suficientemente poderosa para nos possibilitar isolar completamente ou destruir a nós mesmos nesse processo.

Se decidirmos que o universo não é acolhedor nem ameaçador e que Deus está basicamente “jogando dados com o universo”, então somos simplesmente vítimas do processo aleatório de dados e nossas vidas não tem nenhum objetivo ou significado real.

Mas, se decidirmos que o universo é um lugar acolhedor, então usaremos toda a nossa tecnologia, nossas descobertas cientificas e recursos naturais para criar ferramentas e modelos que nos ajudarão a compreender esse universo. Porque o poder e a segurança virão pela compreensão dos seus mecanismos e motivos.

Albert Einstein
Foto de Autor desconhecido
Instruções de utilização: Ouvir “Can you anderstand” na Voz de Annie Haslam com Renaissance

Pergunta importante

Garrafa 158 – As Estações da Alma   1 comment

Para cada coisa há uma estação, e um tempo para cada propósito sobre a terra:
um tempo para nascer e um tempo para morrer;
um tempo para plantar e um tempo para colher o que foi plantado;
um tempo para matar e um tempo para curar;
um tempo para destruir e um tempo para construir;
um tempo para chorar e um tempo para rir;
um tempo para lamentar e um tempo para dançar;
um tempo para se desfazer das pedras e um tempo para recolhê-las;
um tempo para abraçar e um tempo para abster-se do abraço;
um tempo para ganhar e um tempo para perder;
um tempo para guardar e um tempo para jogar fora;
um tempo para rasgar e um tempo para costurar;
um tempo para se calar e um tempo para falar;
um tempo para amar e um tempo para odiar;
um tempo de guerra e um tempo de paz.
Eclesiastes
Foto de autor desconhecido.
Veja em: http://inusitatus.blogtvbrasil.com.br/img/Image/Inusitatus/2007/Setembro/quatro_estacoes_1a.jpg

Garrafa 57 – Sucesso 3   Leave a comment

Sucesso é acordar de manhã – não importa quem você seja, onde você esteja, se é velho ou se é jovem – e sair da cama porque existem coisas importantes que você adora fazer, nas quais você acredita, e em que você é bom. Algo que é maior que você, algo que você quase não aguenta esperar para fazer hoje.

Wit Hobbs
Foto de autor desconhecido

Sucesso 3

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