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Garrafa 283 – Message in a bottle   Leave a comment

Na madrugada de hoje vi novamente, e sempre que vejo me emociono: o filme baseado no romance de Nicholas Sparks “Message in a bottle”, lançado em 1999.

Transcrevo a mensagem de Catherine, que também lanço no mar da Internet:

“To all the ships at sea, and all the ports of call. To my family and to all friends and strangers. This is a message, and a prayer.

The message is that my travels taught me a great truth. I already had what everyone is searching for and few ever find. The one person in the world who I was born to love forever.

A person, like me, of the outer banks and the blue Atlantic mystery. A person rich in simple treasures. Self-made. Self-taught. A harbor where I am forever home. And no wind, or trouble or even a little death can knock down this house.

The prayer is that everyone in the world can know this kind of love and be healed by it.

If my prayer is heard, there will be an erasing of all guilt and all regret and an end to all anger.

Please, God. Amen.”

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“A todos os navios no mar, e a todos os portos de chamada. À minha família e a todos os amigos e desconhecidos. Esta é uma mensagem, e uma oração.

A mensagem é que minhas jornadas me ensinaram uma grande verdade. Eu já tive o que todos estão procurarando e poucos encontram. Aquela pessoa no mundo que eu nasci para amar para sempre.

Uma pessoa, como eu, dos bancos exteriores e dos mistérios do Atlântico azul. Uma pessoa rica em tesouros simples. Que se fez por si própria. Que aprendeu consigo mesma. Um porto onde eu me sinto sempre em casa. E nenhum vento, ou problema ou mesmo uma pequena morte podem fazer desmoronar esta casa.

A oração é que todos no mundo possam conhecer esse tipo do amor e possam ser curados por ele.

Se minha prece for ouvida, haverá um apagamento de toda a culpa e de todo o pesar e um fim para toda a raiva.

Por favor, Deus. Amem.”

Garrafa 254 – Manhã de inverno   1 comment

bendita prece…
na manhã de inverno,
sol aparece!

Eduardo Leal
Foto de autor desconhecido

Garrafa 39 – A Carta   Leave a comment

Sopra do oeste um vento,
as tílias choram mais;
entre os ramos, a lua
vem espiar meu quarto.

Eu tinha, à amada minha
que me deixara já,
escrito uma longa carta:
na folha reluz o luar.

Ao seu tranquilo clarão
que nas pautas vai pisando
esquece meu coração
lua e prece, choro e sono.

Hermann Hesse
Tradução de Geir Campos
Foto de autor desconhecido

A carta

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