Arquivo para a Tag ‘ingenuidade

Garrafa 527 – Os má-féosos   Leave a comment

Já não me espanto tanto ao observar essas criaturas patéticas conhecidas que há muito tempo têm recebido espaço imerecido na mídia, e que agora parecem ainda mais desnorteadas do que nunca com a prisão do seu venerado líder, depois de julgado e condenado em duas instâncias da justiça: lula, a farsa ambulante, a encarnação da má-fé.

Entretanto, confesso que tenho me surpreendido com o surgimento de novos personagens, que parecem vir de todas as direções e em grande quantidade, saindo à luz do dia pela primeira vez de todos os armários possíveis, não conseguindo mais esconder sua opção preferencial pela leniência com o crime organizado.

O crime é até desejável, dizem eles, desde que cometido por quem quer que professe sua ideologia socialista/comunista retrógrada e tenha como projeto prioritário transformar o Brasil em um “Cubão”.

Depois da queda do famigerado “muro de Berlim” construído pelos comunistas, monumento à estupidez que dividiu por décadas a Alemanha (mas que ao mesmo tempo permitiu a realização do maior experimento político social dos últimos tempos, com um lado capitalista e outro comunista), para citar apenas um exemplo (e talvez o mais significativo já que foi derrubado pela própria população indignada e que não suportava mais viver na situação criada pelos comunistas), como ainda é possível que ainda existam pessoas que pensem assim? E tudo isso, é claro, com a justificativa e camuflagem de  “conquista de maior justiça social”.

Esse tem sido um efeito colateral notável da prisão do criminoso mais famoso do país: o de colocar a maioria das pessoas diante da necessidade mostrar claramente, com suas palavras e atitudes, o que realmente pensam no seu intimo a esse respeito.

Acredito nisso firmemente e tenho repetido essa apreciação com muita frequência, sem ter ouvido até agora um argumento sequer  que a desqualifique:

O fato de alguém tomar conhecimento da verdade por meio de diversos tipos de evidências possíveis (vendo, ouvindo ou sentindo na própria pele) e ainda assim dizer acreditar na mentira é indicação de estupidez, de ingenuidade ou, o que é mais triste de se constatar, da mais descarada má-fé.

Entre os que têm maior protagonismo na condução da “coisa pública”, nas mais diversas instâncias do executivo, do legislativo e do judiciário, tanto na esfera federal, quanto na estadual e na municipal dificilmente há pessoas estúpidas. Os obstáculos que têm de ser transpostos para que eles assumam seus respectivos cargos costumam servir como filtros de eliminação dos menos intelectualmente capacitados, que vão ficando pelo caminho. Pode haver isto sim, algumas criaturas ainda ingênuas, especialmente nas camadas mais jovens. E creio que o mesmo se dê no caso de professores, artistas, jornalistas, de comentaristas, escritores e articulistas.

É claro que há os patéticos de longa data e os novos personagens que acabaram de sair do armário que defendem o farsante (que já não está tão ambulante assim, confinado agora em 15 metros quadrados) e que se distribuem em todas as outras categorias profissionais possíveis. Mas selecionei essas categorias para dar destaque especial (professores, artistas, jornalistas, comentaristas, escritores e articulistas), pela sua capacidade de influência e de formação ou de deformação de opinião.

Em especial, penso que os comunistas/socialistas travestidos de professores de ensino médio e universitário deveriam ser enquadrados na prática de crime hediondo pelo “abuso de incapaz” (uma espécie de pedofilia) que cometem com seus respectivos alunos. Depois dos pais, quando estão presentes e assumem seu papel primordial de educar, são os professores que exercem uma grande influência nas turmas de jovens  que deixam suas casas e frequentam todos os tipos de escolas em busca de orientação segura para enfrentar os desafios da vida profissional e pessoal. E o que dizer quando esses jovens recebem como sugestão de seus “mentores escolares”, para modelo de sociedade, as ditaduras cubana ou venezuelana e, para modelo de líderes inspiradores fidel castro, che guevara, hugo chaves e lula o farsante? Triste espetáculo foi ver o criminoso já condenado e ainda solto, conduzido por professores inescrupulosos à presença de seus alunos para encenação de seu já conhecido número de enganação, quando a plateia era formada majoritariamente de jovens em sua maioria ingênuos e bem intencionados. Simplesmente repugnante, pra dizer o mínimo.

E o que dizer dos “artistas” que necessitam de liberdade, como do próprio ar que respiram, para a produção e, posteriormente, para a divulgação de suas respectivas obras, e que flertam descaradamente com modelos autoritários restritivos de liberdade de expressão e locomoção? E, é claro que o mesmo vale para jornalistas, comentaristas, escritores e articulistas que assistem passivamente, isso quando não estão aplaudindo como sonâmbulos ao farsante ameaçando a sociedade brasileira,  dizendo que se for novamente eleito, adotará o emprego de novas formas de controle da mídia, em especial do jornalismo investigativo, que o ameaçam diretamente com suas reportagens reveladoras.

Francamente! Esse é um caso para estudo de mesmerização individual e coletiva com resultados comparáveis ou superiores aos do famoso hipnoterapeuta Milton Ericson. Com a clara distinção que este ultimo buscava a saúde e a libertação dos traumas de seus pacientes, e o farsante busca a doença individual e coletiva do totalitarismo, em que ele sim estaria livre pra continuar fazendo o que bem entendesse, enquanto uma grande parcela da sociedade, triste e infantilizada, permaneceria a seus pés, escravizada.

Pois bem, a maior parte dessas criaturas nefastas (o farsante e seus defensores) não são pessoas estúpidas nem ingênuas. Sabem muito bem o que estão fazendo no momento, e qual é o seu propósito ao fazê-lo, mesmo que ele nem sempre seja claramente declarado. São, isto sim, pessoas de má-fé!

São má-féosos!

Só não vê, não ouve e não sente quem não quer!

Eduardo Leal
Ilustração de Eduardo Leal

Cuba e venezuela não são modelos de democracia, só não vê quem não quer com peixe vermelho 1

Anúncios

Garrafa 509 – Voto em Branco ou Nulo   4 comments

No próximo domingo, 30 de outubro de 2016, será realizado o segundo turno das eleições municipais para a cidade do Rio de Janeiro. E somos todos obrigados a votar, pela atual legislação eleitoral.

Como previram as pesquisas feitas às vésperas das eleições em primeiro turno, o pior cenário, e que pode também ser chamado de catastrófico por pessoas que pensam como eu, infelizmente se confirmou: Teremos uma disputa entre os candidatos Crivella e Freixo.

Meu voto no primeiro turno na candidata Carmen, do Partido Novo, foi consciente, embora suas chances de vitória fossem remotas. Isso também já era previsto pelas pesquisas, e foi confirmado pelas urnas. Ela era a melhor candidata, na minha opinião. E assim tenho feito, voto consciente, desde que usei meu Título de Eleitor pela primeira vez.

O candidato Crivella não passa de um oportunista, capaz de fazer qualquer coisa para conquistar seus objetivos, sejam eles quais forem. Seu papelão ao divulgar foto com o Arcebispo do Rio, em seu material de propaganda eleitoral foi só uma pequena amostra do que se permite fazer. Seu alinhamento, ao longo dos últimos anos, com a quadrilha de malfeitores do PT e o apoio explícito que recebeu de Lula e Dilma na reta final da campanha municipal já conformam, por si só, um claro Atestado de Maus Antecedentes, carimbado e assinado. Não merece mais comentários do que esses para ser descartado como uma opção  de escolha válida.

Já o candidato Freixo representa tudo o que abomino em termos de ideologia. Socialismo e Liberdade? Piada de mau gosto e conversa fiada! Onde quer que tenha sido instalado de verdade, o socialismo só produziu sociedades tristes, oprimidas e infantilizadas. A primeira coisa que foi banida foi a liberdade de expressão, nesses experimentos sinistros testados à exaustão desde o início do Século XX, com resultados pífios no coletivo e catastróficos para a liberdade individual. Só não vê quem não quer! Mais justiça? Mais igualdade? Canto da sereia para pessoas estúpidas, ingênuas e, claro, escolha consciente de pessoas de má-fé. São hipócritas profissionais, os que ainda o defendem, na minha opinião. O apoio que tem recebido, nesse segundo turno, de partidos tais como o PT, PC do B, PCB, PSTU e PCO, que são associados ao Foro de São Paulo, também conforma um claro Atestado de Maus Antecedentes, carimbado e assinado. Respeito a opinião de quem pensa diferente, mas acredito firmemente que esse lixo ideológico já deveria ter sido varrido para o esgoto da história, desde a queda do muro de Berlim. Isso, é claro, por parte das pessoas que realmente valorizam a liberdade e são congruentes (pensam, falam e agem de acordo) com esse valor básico e inegociável. Os hipócritas, ao contrário, usam a liberdade que ainda têm e flertam descaradamente com regimes autoritários e ditaduras (Cuba, Venezuela, Coréia do Norte), posam de “defensores da liberdade” enquanto as usam como modelos para a nossa sociedade ingênua e distraída. No caso do Rio de Janeiro, além disso, metida a “descolada”, “rebelde” e “revolucionária”.

Portanto, voto em branco mais uma vez.

De acordo com o Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o voto em branco é aquele em que o eleitor não manifesta preferência por nenhum dos candidatos apresentados. Antes do surgimento da urna eletrônica, para votar em branco bastava deixar a cédula de votação em branco mesmo. Atualmente, para fazê-lo é preciso pressionar a tecla “branco” e, em seguida, a tecla “confirma”.

A minha alternativa ao voto em branco é o voto nulo.

O voto nulo é aquele em que o eleitor anula seu voto diretamente, digitando um número de um candidato inexistente – como por exemplo “00” – e depois a tecla “confirma”.

Antigamente, o voto branco era considerado válido e contabilizado para o candidato vencedor. Esse voto era tido como um “voto de conformismo”, quando o cidadão se mostrava satisfeito com o candidato vencedor. Já o voto nulo era utilizado como forma de protesto contra todos os candidatos.

E tomo essa decisão também sabendo muito bem que as eleições não serão canceladas se mais de 50% dos votos forem nulos. Serão computados apenas os votos válidos. Votos nulos são descartados e servem apenas como estatística.

E, ao contrário do que a campanha do candidato Freixo, o frouxo hipócrita alardeia, os votos brancos não vão para o candidato que está ganhando. Votos brancos são desconsiderados da contagem final. São votos inválidos e servem apenas como estatística. Essa é outra ação de má-fé, mentindo descaradamente para atrair votos para si próprio, pelas altas taxas de rejeição do seu adversário. Esse expediente só mostra que, caso saia vencedor, a cidade terá na cadeira do prefeito outro oportunista.

Nenhum desses dois oportunistas, para dizer o mínimo, terá o meu voto.

Eduardo Leal

Foto de autor desconhecido

P.S. – Nunca contaram também com o meu voto para presidente, tanto Fernando Henrique, quanto Lula e Dilma. Com tristeza, anulei o meu voto por décadas.

voto-em-branco

Garrafa 506 – A Audácia dos Canalhas   Leave a comment

Nosso país, na tarde de hoje, acabou de se libertar parcialmente de um sequestro, depois de ter sido atacado, roubado e mantido refém, durante anos, por uma quadrilha de malfeitores e canalhas (adjetivo e substantivo de dois gêneros que indica o que ou aquele que é infame, vil, abjeto; velhaco) que praticou de maneira continuada o “terrorismo de governo”.

Além de um ex-presidente Lula, agora o país pode respirar mais aliviado por ter uma ex-presidente Dilma. Já vão tarde!

Esse bando planejou e executou ações calculadas de destruição do Estado Brasileiro, com o propósito de abalar os alicerces de sua ainda frágil experiência republicana e permitir sua substituição progressiva por uma excrecência denominada “bolivariana”, de modelo totalitário e ditatorial cubano. Hipócritas e mentirosos profissionais, ainda alardeiam estar “defendendo a democracia” de um “golpe” parlamentar.

São definições de estupidez, de ingenuidade e/ou de má-fé: tomar conhecimento da verdade, ver a verdade, ouvir a verdade e, ainda assim, dizer acreditar na mentira. E no caso dos integrantes dessa quadrilha, embora alguns possam ser considerados estúpidos, muito poucos se enquadram na classificação de ingênuos. A grande maioria, isso sim, é formada por pessoas de má-fé! Mentem descaradamente, sempre atribuindo aos outros tudo aquilo que constitui a sua prática constante. São canalhas, vis, infames, velhacos. Só não vê quem não quer!

Infelizmente, as vítimas desse projeto fracassado já se contam em milhões (os efeitos da escalada da inflação e do desemprego afetam os mais pobres primeiro) e suas consequências maléficas se estenderão por várias gerações. Vai dar um trabalho enorme consertar toda essa lambança!

Entretanto, o impedimento de uma presidente irresponsável, arrogante e incompetente é apenas um primeiro passo na direção desejada pela maioria da população brasileira que pensa com a própria cabeça. Outros canalhas ainda permanecem com poder de influenciar decisões importantes e, também, no seu devido tempo, deverão ser afastados e chamados a assumir a responsabilidade pelos seus crimes.

O atual Presidente do Senado e o do STF facilitaram uma manobra de ultima hora, planejada e realizada por outros integrantes dessa quadrilha, para preservar os direitos políticos dessa criatura, dando interpretação diversa ao que prevê o texto constitucional. Ela, que não tem condições de assumir nem o cargo de síndica do prédio para onde deverá se mudar, terá a possibilidade de passar a receber foro privilegiado, assumindo algum cargo público oferecido por algum comparsa, da mesma maneira que ela própria tentou fazer com o ex-presidente Lula, para fugir das mãos do juiz Sergio Moro. De carona, essa manobra poderá abrir um precedente para favorecer outro criminoso ensaboado, o Sr. Eduardo Cunha e, provavelmente, outros parlamentares envolvidos na Operação Lava-jato, que votaram a favor dessa estupidez.

Desejo firmemente que essas decisões sejam revertidas, no âmbito do próprio STF.

Dando um passo firme de cada vez, o momento atual simplesmente exige que as pessoas de bem tenham a mesma ousadia dos canalhas.

Eduardo Leal
Ilustração de autor desconhecido

Dissimulação

%d blogueiros gostam disto: