Arquivo para agosto 2006

Garrafa 68 – Engano   Leave a comment

madrugada bar aberto
deve haver algum engano
por perto

Paulo Leminski
Foto de autor desconhecido

Abismo

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Garrafa 67 – Eternidade   Leave a comment

abrindo um antigo caderno
foi que eu descobri
antigamente eu era eterno

Paulo Leminski
Foto de autor desconhecido

Antigo caderno

Garrafa 66 – Conspiração   Leave a comment

confira
tudo que respira
conspira

Paulo Leminski
Foto de autor desconhecido

Respiração

Garrafa 65 – Gestão de pessoas   Leave a comment

Gestão são os mecanismos para canalizar as tendências naturais originadas no auto-interesse das pessoas a favor do interesse da empresa.

Deve haver mecanismos explicitamente desenhados que garantam que as pessoas vão “querer colaborar” de coração.

Isso só acontece se os interesses individuais delas se casam de alguma forma, com os da empresa. Sem isso, não sai coelho de cartola nenhuma.

Isso nunca acontece por exortação.

A gestão de empresas (a gestão de pessoas!) não apela para que as pessoas não sejam autocentradas, ao contrário, ela parte do pressuposto de que as pessoas são o que são, e trata de estabelecer processos para que o interesse individual não se sobreponha ao empresarial.

Clemente Nobrega
Foto de autor desconhecido

Gestão de Pessoas

Garrafa 64 – Sucesso e felicidade   Leave a comment

Sucesso é conseguir o que se quer;
felicidade é querer o que se conseguiu.

Anônimo
Foto de autor desconhecido

Sucesso e felicidade

Garrafa 63 – Evolução   Leave a comment

À medida que o homem evolui em sua civilização e as pequenas tribos unem-se em comunidades maiores, o argumento mais simples mostra a cada indivíduo que ele deve estender seus instintos e simpatias sociais a todos os membros da mesma nação, mesmo que pessoalmente lhe sejam desconhecidos. Uma vez atingido esse ponto, há só uma barreira artificial impedindo que suas simpatias estendam-se aos homens de todas as nações e raças.

Charles Darwin
Foto de autor desconhecido

Abraço fraterno

Garrafa 62 – Humanismo   Leave a comment

Sou um humanista.
Isso não significa ser bonzinho ou acreditar que o homem é bonzão.
Significa apenas que aceito o homem como é – medroso, primário, invejoso, incapaz,
acertando por acaso e errando por vaidade e ignorância: meu irmão.

Millôr Fernandes
Ilustração de autor desconhecido

Humanismo

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